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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Merendinha da Mamãe e receita de bolo de chocolate mais saudável


Apesar de estarmos numa era tão dominada pelo poder da técnica, me sinto como uma mãe à moda antiga, tradicional. Mesmo trabalhando fora, fazendo mil e uma coisas, ainda faço questão de assumir algumas tarefas, como cozinhar. Acho que alguns detalhes sobre o preparo são muito importantes e se eu delegar para outra pessoa ela não terá os mesmos cuidados. Como sigo uma linha natureba, alimentos prontos, comprados congelados, ficam bem de fora do nosso dia a dia, recorremos a eles somente em uma emergência.

A vida ideal seria só com alimentos naturais, mas infelizmente numa cidade grande fica até difícil encontrar. Um bom exemplo é o leite. Outro dia li o quanto essas caixas longa vida são carregadas de química. A opção menos pior seria o leite de saco, mas hoje em dia é muito raro encontrá-lo, os supermercados já não vendem mais. Acho, então, que a solução é buscar comprar menos daquelas coisas semi-prontas (tipo mistura para bolo, pratos congelados) e mais naturais.

Bem, esse ano o Pietro foi para o Maternal e agora leva uma merenda. Existem muitas opções de coisas prontas  - biscoitos, sucos de caixinha, bolos industrializados - mas eu optei por fazer lanches bem caseiros. Primeiro, porque são muito melhores para a saúde. Segundo pela questão afetiva. Colocar pacotes de alimentos industrializados na merendeira, qualquer um pode fazer. Mas o bolinho e o suquinho que ele come em casa... Tem o carinho da mamãe! Eu tenho certeza que ele sente isso quando come o lanchinho na escola. Já perguntei a ele sobre a merenda que mando e ele abre aquele sorriso, falando do bolinho da mamãe. Por enquanto estou mandando bolo ou biscoito caseiro, pois ele ainda não gosta de sanduiches. Fazendo o bolo no liquidificador é muito mais rápido e prático, então não é nada que atrase tanto minhas tarefas diárias. Aproveito para postar uma receitinha de bolo de chocolate mais natural, sem açúcar refinado e sem chocolate em pó industrializado.

Bolo de chocolate

Ingredientes:
3 ovos
1 xícara e meia de açúcar mascavo
1 xícara de óleo de soja (ou outro que preferir)
1 xícara de leite
1 xícara e meia de farinha de trigo
1xícara de aveia em flocos finos
1/2 xícara de cacau em pó
1 colher de sopa de fermento em pó

Preparo:
Bata os três primeiros ingredientes no liquidificador, depois adicione os demais, menos o fermento. Deixe para adicionar o fermento no final, misturando a mão (faço assim porque no site do fermento Royal eles informam que bater o fermento no liquidificador pode fazer o bolo solar). É só assar, e pronto, um bolo muito mais saudável, com os nutrientes do açúcar mascavo, as propriedades benéficas do cacau e as fibras da aveia. Ah, e sem o colesterol da manteiga e a química da margarina.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Açúcar, um doce veneno

Quem opta por oferecer uma alimentação saudável ao filho é visto pela sociedade como um E.T. As pessoas se assustam se você não dá refrigerante, batata frita, alimentos processados, balas, biscoitos tipo isopor salgado (traduzindo: Fandangos, Cheetos e similares). Eu não consigo entender. Já está comprovado científicamente que tudo isso faz mal. Se faz mal, por que eu vou habituar meu filho a comer isso? Ele vai ter a vida inteira para comer de tudo, então, se meu papel é educá-lo, acho que educação alimentar faz parte disso. Muita gente reclama que o filho só quer comer besteira. Mas e aí, quem ofereceu primeiro, não foi a família? Tudo bem, a família não ofereceu primeiro, mas não foi ela quem continuou oferecendo outras vezes a besteira? E aí, a culpa é da criança? Claro que não! É que nem chupeta, a criança gosta e não quer largar, mas quem ofereceu foi a família, então não reclama!

Li hoje esse artigo sobre os malefícios do açúcar e achei muito bom. Ninguém vê mal no seu uso, as pessoas consomem desenfreadamente, e adoram encher as crianças com esse alimento. Eu evito e aqui em casa uso mascavo e demerara, que possuem menos química que o refinado. E ofereço bem pouco ao Pietro, não adiciono em sucos, nada, para acostumá-lo a um paladar não tão doce. Segue a matéria:

Consumo de açúcar deve ser controlado como cigarro e álcool (publicado no site Prontuário de Notícias em 14/2/2012)


"Se os governos querem cuidar da saúde pública, então as autoridades deveriam controlar o consumo de açúcar da mesma forma que controlam o consumo de cigarro e de álcool. A afirmativa contundente é de um grupo de três cientistas da Universidade da Califórnia (EUA), em um artigo publicado na conceituada revista Nature.
Segundo as Nações Unidas, as doenças infecciosas foram superadas no mundo, pela primeira vez na história, pelas doenças não-transmissíveis. E, segundo os cientistas, o açúcar está alimentando uma epidemia global de obesidade e contribuindo para 35 milhões de mortes todos os anos, causadas por doenças não-transmissíveis, como diabetes, doenças do coração e câncer.
Robert Lustig, Laura Schmidt e Claire Brindis afirmam que os efeitos danosos do açúcar no organismo humano são semelhantes aos promovidos pelo álcool e que, por isso, seu consumo também deveria ser regulamentado pelas autoridades de saúde.
"Nós não estamos falando sobre proibição. Estamos falando sobre formas brandas de tornar o consumo de açúcar ligeiramente menos conveniente, mantendo assim as pessoas longe de doses excessivas," disse Schmidt.
Segundo o trio, o consumo mundial de açúcar triplicou nos últimos 50 anos.
"Todo país que adotou uma dieta ocidental, dominada por alimentos de baixo custo e altamente processados, teve um aumento em suas taxas de obesidade e de doenças relacionadas a esse problema. Há hoje 30% mais pessoas obesas do que desnutridas", destacaram eles.
Mas o artigo destaca que a obesidade não é o principal problema do consumo excessivo de açúcar.
"Muitos acham que a obesidade está na raiz de todas essas doenças, mas 20% das pessoas obesas têm metabolismo normal e terão uma expectativa de vida também normal.
"Ao mesmo tempo, cerca de 40% das pessoas com pesos considerados normais desenvolverão doenças no coração e no fígado, diabetes e hipertensão", explicam eles.
Além disso, a disfunção metabólica é mais prevalente do que a obesidade.
De acordo com os autores do artigo, o cenário chegou a tal ponto que os países deveriam começar a controlar o consumo de açúcar. A regulação poderia incluir, sugerem, a taxação de produtos industrializados açucarados, a limitação da venda de tais produtos em escolas e a definição de uma idade mínima para a compra de refrigerantes.
Mas, diferentemente do álcool ou do cigarro, que são produtos consumíveis não essenciais, o açúcar está em alimentos, o que dificulta a sua regulação.
"Regular o consumo de açúcar não será fácil, especialmente nos 'mercados emergentes' de países em desenvolvimento, nos quais refrigerantes são frequentemente mais baratos do que leite ou mesmo água," destacaram. 
Fonte : Agência Fapesp"

sábado, 28 de janeiro de 2012

Receitas de Papinhas

Antes de começar com as comidinhas eu pesquisei um pouco sobre o assunto. Minha principal referência acabou sendo um manual do Ministério da Saúde, que referencio abaixo. O que me deixou impressionada foi o fato de alguns profissionais ainda não estarem atualizados e recomendarem coisas que o próprio Ministério da Saúde refere como ultrapassadas. Sopinhas, por exemplo. Não devem ser dadas para os bebês, são diluídas, com pouca concentração de calorias, o que pode comprometer o ganho de peso. Peneirar os legumes também é um erro. Pela própria dificuldade de limpeza da peneira, ela pode ser fonte de infecções. Os alimentos devem somente ser amassados, esse procedimento facilita, inclusive, o aprendizado da mastigação, a aceitação de alimentos mais sólidos. E o açúcar e o sal? O correto é evitá-los até os dois anos. Quem não conhece algum pediatra que orienta colocar geleia de mocotó, farinha láctea e outras porcarias cheias de açúcar nas frutinhas, aos seis meses? Pois é. A gente precisa se informar muito, até para argumentar com esses profissionais.

Minhas pesquisas foram me ajudando a definir como prepararia os alimentos. Sempre preferi cozinhar os legumes no vapor, pois preserva muito mais os nutrientes, e foi assim que comecei. Cozinhava um pedaço pequeno deles, amassava, colocava só um pouquinho de água filtrada para deixar mais pastoso. Sempre priorizava cozinhar os legumes na hora de oferecer, pois eles perdem nutrientes quando congelados. Como fazia os legumes no vapor, preparava as carnes a parte e congelava as porções, pois as proteínas já não têm o mesmo problema que vegetais e legumes. Refogava na cebola e bastante tomate, sem nenhum sal, temperava com salsinha. Usava um saquinho daqueles tipo zip para congelas as porções para cada refeição, que são 2 colheres de sopa de proteína/ carne. Esse manual também é bom porque tem uma tabela com essas quantidades. O arroz era cozido sem sal, meio papa, e as porções congeladas. Eu também fazia bastante arroz integral, mas era na panela de pressão. E o feijão era sem sal, refogado só em fiapinho de alho. Eu cozinhava na panela de pressão, batia para fazer o caldo, congelava em forminha de gelo e ia tirando as pedrinhas e refogando nas refeições. Aos poucos fui amassando o feijão, deixando de bater. Com o tempo fui ficando craque e as coisas fluindo com mais agilidade.

Depois de um tempo achei que deveria variar o cardápio. Só legumes cozidos no vapor com arroz ou macarrão, feijão e uma proteína era monótono. Foi então que encontrei as receitas que posto abaixo. São bem simples e me deram uma base para eu criar as minhas. Elas nada mais são do que uma proteína ensopada com legumes. Como há essa preocupação com a concentração energética, a gente cozinha até ficar com pouca água, aí a consistência fica pastosa, bem longe de ser líquida. As receitas ajudam a gente a aprender a combinar os ingredientes. Eu comecei a variar, dando essas papinhas na janta. Também fazia e congelava porções, me facilitava a vida quando saia ou quando por algum motivo não dava tempo de preparar a refeição. Ah, existe uma linha que critica as comidas caseiras congeladas para bebês por causa da perda de nutrientes. Tudo bem, isso acontece. Mas num momento de sufoco, entre dar a minha papinha ou a industrializada, não tenho nem dúvidas que a caseira é muito melhor!

As referências da obra de onde foram copiadas as receitas: SAÚDE DA CRIANÇA: Nutrição Infantil, Aleitamento Materno e Alimentação Complementar, Ministério da Saúde, Cadernos de Atenção Básica, nº 23.

Papa de abóbora (jerimum), folha de taioba e carne
Ingredientes
1 pedaço médio de jerimum (150g)
1 colher das de sopa cheia picada de taioba (ou outra folha verde escura)
2 colheres das de sopa cheias de carne moída (50g)
1 colher das de chá de óleo
1 colher das de café rasa de sal
1 colher das de chá de cebola ralada
1 pitada de orégano
Modo de preparo
Descascar o jerimum e cortá-lo em pedaços pequenos. Lavar bem as folhas de
taioba e picar. Colocar o óleo em uma panela pequena e refogar a cebola, colocar
os pedaços de jerimum e a carne moída e acrescentar dois copos de água. Deixar
cozinhar até o jerimum ficar macio. Antes de a água secar, adicionar a taioba picada e o orégano. Quando a papa estiver com consistência pastosa e com pouca
água, desligar.

Papa de batata, espinafre, cenoura e galinha
Ingredientes
1 batata média (100g)
½ cenoura (50g)
1 colher das de sopa cheia picada de espinafre (ou outra folha verde escura)
2 colheres das de sopa cheias de galinha desfiada ou 1 coxa (50g)
1 colher pequena de óleo
1 colher das de café rasa de sal
1 colher das de chá de cebola ralada
1 colher das de chá de tomate picado
Modo de preparo
Descascar a batata e cortá-la em pedaços pequenos. Picar a cenoura. Lavar bem
as folhas de espinafre e picar. Colocar o óleo em uma panela pequena e refogar

a cebola e o tomate. Colocar os pedaços de batata, cenoura e galinha desfiada e
acrescentar dois copos de água. Deixar cozinhar até a batata ficar macia. Antes de
a água secar, adicionar o espinafre picado. Quando a papa estiver com consistência
pastosa e com pouca água, desligar.

Papa de mandioca/macaxeira/aipim, brócolis, beterraba e fígado
Ingredientes
½ mandioca média (150g)
2 ramos de brócolis
2 fatias de beterraba
2 colheres das de sopa cheias de fígado picado (50g)
1 colher pequena de óleo
1 colher das de café rasa de sal
1 colher das de chá de cebola ralada
1 colher das de chá de cheiro verde picado
Modo de preparo
Descascar a mandioca e a beterraba e cortá-las em pedaços pequenos. Lavar bem
os brócolis e picar. Colocar o óleo em uma panela pequena e refogar a cebola, colocar os pedaços de mandioca, beterraba e fígado. Acrescentar o cheiro verde e
dois copos de água. Deixar cozinhar até que a mandioca e a beterraba fiquem macias. Antes de a água secar, adicionar os brócolis picados. Quando a papa estiver
com consistência pastosa e com pouca água, desligar.

Papa de feijão, arroz, espinafre e ovo
Ingredientes
½ concha com feijão
3 colheres das de sopa cheias de arroz
1 colher de sopa cheia picada de espinafre (ou outra folha verde escura)
1 ovo (50g)
1 colher pequena de óleo
1 colher das de café rasa de sal
1 colher das de chá de cebola ralada
1 dente de alho picado
Modo de preparo
Lavar bem as folhas e talhos do espinafre e picá-los. Colocar o óleo em uma panela pequena e refogar a cebola, o alho e o arroz, e acrescentar dois copos de água.
Deixar cozinhar até que o arroz esteja quase pronto. Antes de a água secar, acrescentar as folhas e talos picados de espinafre. Quando a papa estiver com consistência pastosa e com pouca água, desligar e adicionar o feijão e o ovo cozido. Amassar

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O Desafio das Primeiras Papinhas




Há muito tempo que eu queria escrever sobre esse assunto. À época da introdução de novos alimentos eu cheguei a escrever aqui, desabafar minhas ansiedades. A verdade é que foi uma fase bem estressante, porque as coisas não são tão fáceis. Parece que subjetivamente existe uma pressão na gente para que o bebê, ao completar 6 meses, comece a aceitar a qualquer custo os outros alimentos. A pressão vem da própria ciência, dos pediatras: com 6 meses acaba a reserva de ferro que o bebê fez no ventre materno, se ele não comer pode ficar anêmico; o leite materno já não tem mais calorias suficientes para o bebê. Mas espera aí, não somos máquinas! A verdade é que cada bebê tem seu tempo para aceitar algo tão novo em sabores e texturas. E a outra verdade é que o leite materno continua sendo o principal alimento para o bebê, e não as outras coisas. As outras coisas é que COMPLEMENTAM O LEITE MATERNO, fornecem mais calorias para um bebê que já rola, já senta, já quer engatinhar, crescer. Eu demorei para entender isso. Mas encontrei muita informação aqui na internet, numa lista de mães no Yahoo e em comunidades do Orkut, como o Grupo Virtual de Amamentação e Meu Filho Não quer Comer.



Como foram as coisas? Bem, comecei tudo bem devagar. Amamentei exclusivo até 6 meses. Quando Pietro completou essa idade, comecei a dar frutas. Foi rejeição certa. Para observar alergias, oferecia o mesmo alimento por três dias, depois iniciava um novo, até ele provar todos. A cada dia oferecia metade de uma fruta, brincava, enganava, ele aceitava melhor umas, rejeitava completamente outras, e assim fomos. Cheguei a misturar leite materno para melhorar a aceitação, não ajudou muito no caso dele. Com quase 7 meses é que fui começar os alimentos 'de sal', que na realidade não devem levar sal algum. E aí foi o fim! Ele passou até a rejeitar até as frutas que estava aceitando! Eu oferecia a cada dia somente um legume, cozido no vapor, somente no almoço. Ele ficou muitos dias sem aceitar nada, só leite materno. E quando estava com quase 8 meses percebi que estava começando a aceitar os alimentos. Comecei a fazer o almoço com outros legumes, carnes, e de repente ele se transformou em um guloso, de uma hora para outra!
Foi impressionante essa mudança. Quando os alimentos deixaram de ser algo estranho e ele passou a gostar dos sabores, como comia! Aos 8 meses comecei a dar a janta, e ele comia tão bem que ganhou 1 kg de 8 para 9 meses! E as primeiras palminhas que bateu foi quando viu seu pratinho de comida pronto para ser oferecido. Até hoje ele é muito bom de boca, ao contrário do que dizem sobre os bebês de peito. Apesar de muitas crianças aos 2 anos darem trabalho para as mães para comerem, ele não dá. Tem dias que não está muito a fim do almoço, aí come na janta. Hoje encaro isso na maior naturalidade, pois vejo ele crescer e ganhar peso a cada dia.

Em todo esse processo, nunca neguei o peito. Quando ele recusava os alimentos eu insistia durante um tempo, mas tentava não forçar muito para não transformar a refeição em um momento desagradável, e aí sim eu amamentava. Eu insistia um pouco para ele entender que existia o momento de comer a comidinha. E sempre dizia a ele que ele poderia comer e mamar. Quando ele começou a aceitar bem a comida, era impressionante: mamava antes de comer, comia tudo, chorava quando acabava a comida, aí eu dava uma sobremesa, que era sempre uma fruta, e depois ele pedia para mamar mais. Um verdadeiro guloso.



Confesso que fiquei extremamente estressada e hoje vejo que sem motivos. Mas dei bastante sorte com ele, é uma criança que adora comer. Bem, o próximo post será sobre as papinhas!

sábado, 17 de abril de 2010

Dificuldades na introdução das papinhas salgadas

Pietro estranhou bastante as frutas, mas com as papinhas salgadas... A coisa está bem pior! Nossa, como é difícil essa fase... Sei lá, no começo da amamentação foi difícil, mas agora não depende só de mim. Depende dele aceitar, e eu não tenho mais controle. Acho que isso está sendo bem difícil, principalmente pela minha característica de ser controladora. Meu filho tem me ensinado muitas coisas, e uma delas é respeitar o limite do outro. Ao lado desse aspecto controlador vem as preocupações com o fator saúde. Mas e a reserva de ferro, que se esgota com 6 meses? E se ele não aceitar nada? Reflexos da minha ansiedade... O comportamento de Pietro é natural, pois alguns bebês demoram bastante para aceitar sólidos. Então, paciência! Uma hora ele vai se acostumar. E qual o segredo para eu enfrentar essa fase? Só vejo um: não criar expectativas.

domingo, 11 de abril de 2010

A primeira papinha do Pietro

No dia 16 de março o Pietro completou 6 meses. Após todas as batalhas travadas para conseguir amamentá-lo exclusivamente, vencemos! Até o dia 16 foi só meu leite e nada mais.

Na consulta com o pediatra, no comecinho de março, ele prescreveu as papinhas de frutas. Primeiro frutas puras, depois misturadas com um pouco ou de geléia de mocotó, ou de farinha láctea, ou biscoito de maisena, ou bolo mais o meu leite. É claro que eu não vou misturar nada disso, a não ser meu leite. Já conversamos e ele respeitou totalmente minha opinião. Não pretendo dar esse tipo de alimento para o Pietro tão cedo.

Foi muito engraçado ele comendo a primeira papinha! Raspei meia maçã e ofereci. Sua reação foi uma carinha de ojeriza e o corpinho se tremeu todo, sentindo repugnância! Romando filmou todas as reações dele e conseguiu captar algumas expressões muito fofinhas. Aqui no post envio uma delas para compartilhar com vocês:



Abraços, Clarissa.